segunda-feira, 22 de abril de 2013

Escravistas contra abolicionistas

     Como é visto na imagem existe uma briga entre as duas partes da nação, uma querendo o negro para o trabalho e o outro para liberta-lo desse sofrimento, essa briga é evidente visto que o Sul era sustentado pelo trabalho escravo. Não se chegou a nenhum consenso constitucional entre elas, todo terreno que o Norte possuía ele retirava a escravidão.





O Sul contra o Norte


   A imagem apresenta um soldado do Norte (à direita) e um soldado confederado (à esquerda), ambos se encarando devido à imensa rivalidade entre os Estados. O lado do Norte apresentava um maior desenvolvimento industrial e assalariado sem escravidão querendo o mesmo para a nação inteira, já o do Sul possuía uma economia voltada extremamente a agricultura escrava.

   

Indígenas: As maiores vitimas


Os maiores atingidos pela conquista do oeste foram os índios, os conflitos entre brancos e indígenas começaram muito antes do avanço em direção ao Pacifico. A Lei de Remoção Indígena determinou à transferência das populações indígenas que habitavam a terras a leste do Rio Mississipi para a margem oeste do rio, a população indígena decresceu rapidamente, demonstrando o custo do humano da conquista do oeste e suas características belicosas e violentas. Os índios eram encarados como inimigos que impediam o avanço dos desbravadores e deviam ser eliminados para que os "eleitos" prosseguissem em sua missão.



O papel das ferrovias e a expansão das fronteiras


     A grande eficiência das malhas ferroviárias do Norte permitiu o transporte rápido de tropas, apesar de o Sul também possuir essas malhas elas não eram ligadas entre si havendo uma maior dificuldade. O transporte ferroviário além de representar um forte avanço na mobilidade de tropas serviu para que a colônia americana transportasse vários tipos de alimentos, também contribuiu para a comunicação e junto a comunicação o avanço para o região central da América.  




A conquista do oeste 

    A disposição dos norte-americanos de avançar a fronteira para mais longe era estimulada pela crença no Destino Manifesto, que era baseado na ocupação até o pacifico e construir um pais de dimensões continentais. O deslocamento de milhares de pessoas para a conquista do oeste foi dado pela noticia da descoberta de ouro na Califórnia, americanos do sul e do norte juntaram-se a asiáticos, australianos, neozelandeses e europeus a uma corrida em busca da riqueza aparentemente fácil. A lei do Homestead Act foi tomada pelos norte-americanos para garantir a ocupação do oeste, a lei estabelecia a concessão de terras a preços bastante baixos, para todos aqueles que se estabelecessem na região, o impacto da proposta foi grande, aproximadamente um milhão de habitantes da costa atlântica transferiu-se para o oeste.




A guerra contra o México 



      O governo norte-americano realizou uma política de compra de terras para ampliar seu território, adquiriu quase toda região sul, que foi negociada com a Espanha e as terras que estavam sob controle Frances na Louisiana.  Muitos norte-americanos deslocaram-se para a região que pertencia ao México, fazendeiros instalaram plantações de milho e algodão nas terras texanas e passaram a pressionar o governo dos Estados Unidos para que anexassem às terras, eles chegaram a proclamar a independência dessa região, a autonomia durou nove anos e encerrou a fixação do Texas aos Estados Unidos. O México reagiu ao avanço norte-americano, causando uma guerra entre os países, o conflito durou dois anos e encerrou com a derrota do México, que perdeu aproximadamente 40% do deu território. 



Uma nova constituição para o novo país

      Uma vez acertada a independência, teve inicio o debate sobre a elaboração da constituição. Em 1787, o congresso continental aprovou a constituição, de inspiração liberal que estabelecia um regime presidencialista e reconhecia a divisão e o equilíbrio entre os poderes, executivo, judiciário e legislativo. Tinha o principio federalista como base da relação entre os estados e sua relativa autonomia perante o governo.

                         Debate sobre a elaboração da nova constituição americana